Além do espetáculo


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Estranhamento

É preciso destruir toda e qualquer naturekza de admiracao e nostalgia. Delas vem a inevitabilidade da estagnação.

Todo olhar, todo gesto precisa ser desviado; toda percepçao ressugnificada.

Todo pacote arbitrário que lhe foi passado só ata suas potencias como a um escravo; por isso, é necessario queima-las e respirar-lhe a fumaça como quem traga o perfume do ente amado.

É preciso desejar, mas nao o mero consumo. É preciso desejar o desvio. É preciso buscar o inconsciente, os sonhos reprimidos mas tambem nao como o complementar da realidade em relaçao ao cosmos, mas como a intersecao do cosmos com a subjetividade.

Apenas ter vontade não é o suficiebte, é preciso desejar. Da mesma corma que se busca o awe, o deslumbramento; nao a mera recompensa, o biscoito que se da ao cachorro depois de pegar uma bola.

É preciso buscar não as semelhancas, mas a difernncas, porque para a mente automatizada, estigmatizada, tudo é semhanca. Tudo è comparavel. Nas è preciso ver na mais oerfeita repeticao a diferenca e q singukaridade

É preciso destruir qualquer esperanca de visibilidade a fim de admirar o invisivel. É preciso admirar as conquistas mais minimas, pois elas sao as mais cheias de potencia e vazias de nostalgia. Elas sao as mais

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dar peso a
expressão linguística diametralmente ambivalente

1. Conferir importância, dedicar mais atenção a.
2. Criar expectativas, tornando um fato ou memória mais difícil de lidar do que deveria.
3. Tornar um fardo. Contrariar a leve natureza imparcial da existência a fim de construir uma ilusão de controle sobre os fatos que cercam um indivíduo. Negar o amor fati.

 

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